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Movimento na Techmei confirma volta dos investimentos

Com uma expectativa de fechamento de negócios in loco na casa dos R$ 200 milhões, foi encerrada nesta última quinta-feira, 18, a segunda edição da Feira Internacional em Tecnologia de Máquinas e Equipamentos Industriais (Techmei). O evento, que transcorreu durante quatro dias no Expo Center Norte, em São Paulo, reuniu cerca de 300 expositores e milhares de visitantes do Brasil e do exterior, além de instituições de comércio de países de destaque na produção de máquinas, como Alemanha, Áustria, República Checa, Taiwan e Coréia do Sul.


“Esperamos um crescimento em torno de 10% em geração total de negócios na comparação com a Techmei 2008”, diz Caito de Alcântara Machado, diretor da AM3 Feiras e Promoções, a organizadora do evento. “É certo que o bom desempenho da economia neste início do ano – que está sustentando a projeção de 5% a 6% de alta para o PIB em 2010 – deve começar em breve a multiplicar as importações de máquinas-ferramenta e equipamentos industriais”.


Das cerca de 300 empresas expositoras, distribuídas por 80 estandes, pelo menos 15% eram de origem chinesa. A China é hoje o principal fornecedor do Brasil na área de máquinas operatrizes funcionais e econômicas, com Alemanha, Itália, França, Japão, Coréia do Sul, Taiwan e Estados Unidos dividindo o mercado de máquinas e equipamentos mais sofisticados.


“O Brasil produz máquinas-ferramenta, por exemplo, em quantidades relativamente pequenas e com um conteúdo tecnológico de nível médio”, explica Thomas Lee, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), idealizadora do evento. “Só que a indústria de transformação também necessita de máquinas simples, assim como de máquinas sofisticadas. São os importadores que suprem essas necessidades”.


Lee acredita que o desempenho do setor de importação de máquinas-ferramenta em 2010 deverá ser pelo menos 50% superior ao de 2009, ou o equivalente a 75% do de 2008, que foi um ano excelente para o segmento. Já na área de máquinas para plásticos, a expectativa é de que a movimentação em 2010 seja 20% superior à de 2009 – que para o segmento não foi um ano ruim - e igual à de 2008. “As máquinas para plásticos são muito utilizadas pelas indústrias de bens de consumo, que terão de investir pesadamente em 2010 se quiserem dar conta do esperado aumento da demanda”, justifica Lee.

Para o presidente da Abimei, embora a Techmei seja uma feira relativamente nova, já é parte do calendário e tem a vantagem de ser realizada no mês de março, antes de todas as outras feiras importantes do setor. “A Techmei tende a ficar conhecida como a primeira feira dos anos pares, como um lugar privilegiado para fazer contatos internacionais, negociar, conhecer as novidades”, prevê Thomas Lee.


▼Feira de máquinas começa nesta segunda


A Techmei 2010 - Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais - abre nesta próxima segunda feira, dia 15, e se estenderá até o dia 18, no Expo Center Norte - São Paulo (SP). Veja a seguir o que alguns dos principais expositores irão apresentar no estande.

Fagor Automation
- A empresa lança o CNC 8065, um produto que sintetiza as principais qualificações de dois grandes CNC’s FAGOR: 8055 e 8070. A combinação une a versatilidade e a simplicidade do 8055 com a potência do 8070, originando o primeiro CNC de última geração dotado de uma facilidade de programação, típica dos produtos “user friendly” (interface amigável). Ou seja, o CNC 8065 reúne em um só produto o potencial que demanda as máquinas cada vez mais complexas com a facilidade de operação, tudo já adaptado às novas exigências do mercado.

Para os usuários e clientes familiarizados com o CNC 8055, o 8065 lhe parecerá familiar, pois este dispõe dos mesmos modos de acesso e operação aos quais estão acostumados.

Vitor & Buono -
A empresa,  atuante no setor de máquinas operatrizes há mais de 40 anos, e que promete lançar sua linha de fresadoras CNC e centros de usinagem, e linha de chaveteiras com curso de 125mm a 350mm. No estande, o visitante deverá encontrar também as linhas de geradoras de engrenagens que a empresa já comercializa.

Okuma
- No estande, a empresa destaca a máquina multitarefa inteligente Multus B300, que sintetiza a união entre um torno e um centro de usinagem, e é capaz de usinar peças com alta precisão. Reúne tecnologias premiadas que foram desenvolvidas pela Okuma, como o conceito Thermo-Friendly (que permite gerenciar de maneira inteligente o calor gerado pela máquina) e o sistema anti-colisão CAS (Collision Avoidance System).
A Multus B300 também inclui outras funcionalidades, entre as quais a função de contorno contínuo com o eixo B na torre porta-ferramentas superior, utilizada em aplicações com o uso simultâneo da robusta torre porta-ferramentas inferior.

Celmar -
Entre os lançamentos previstos estão a chanfradeira estacionária Alfra, a rosqueadeira elétrica de braço articulado, e a afiadora rápida de fresas e a linha de ferramentas manuais Toptul.

Automotion
- A empresa exibirá um Controlador Lógico Programável PLC - Série FX3G e uma IHM (Interface Homem Máquina) - Série GOT 1000, entre outros equipamentos.

Grupo Bener
- O destaque no estande será a mandriladora horizontal CNC modelo HBM-4, que é fornecida pela divisão Bener Veker. Produzida em Taiwan, a máquina oferece, segundo a empresa, a melhor relação custo x beneficio entre as opções do segmento e combina robustez e precisão para trabalhos com alta carga sobre a mesa.

Entre suas facilidades está a mesa rotatória de alta precisão com sistema de fricção e bloqueio hidráulico, oferecendo elevada rigidez para usinagens pesadas. Os movimentos e o acionamento da mesa são feitos por sistema de engrenagens de precisão.

A mesa tem área de 1.500 mm x 1.200 mm, cursos dos eixos X,Y,Z de 2.200, 1.600 e 1.600 mm respectivamente, e carga admissível de 5.000 kg, com ranhuras em T de 22 mm e indexação standard de 1º (opcional de 0,001º). Os eixos X, Y, Z possuem barramentos retificados e temperados. As guias têm tratamento de alívio de tensão e são temperadas por indução e retificadas.

Cimhsa
 - A empresa expõe toda a linha de máquinas
convencionais (marca Clever) e toda a linha de máquinas CNC (marca Travis). Na linha de máquinas convencionais o destaque será dado às para as fresadoras ferramenteiras e universais, retificas planas e cilíndricas, tornos convencionais, guilhotinas hidráulicas e viradeiras hidráulicas. Na linha de máquinas CNC, destaque maior para os tornos CNC, centros de usinagem vertical e centro de usinagem portal.

Uma das máquinas que estará em evidência no estande deverá ser a prensa viradeira hidráulicas Clever, que oferece PVH 250T/3200; força máxima de prensagem de 250 t e espessura máxima de dobra de 12 mm. O comprimento máximo de dobra é de 3200 mm e a distância entre colunas é de 2620 mm.

Tecnopress
- O equipamento em destaque será o alimentador/endireitador com acionamento servo eletrônico Ealte-P-800 mais desbobinador motorizado DVT/M-4000 mais carro elevador/posicionador de bobinas, destinando-se a trabalhar com chapas bobinadas com largura máxima de 850mm de largura e espessura máxima de 6mm , além de peso de bobina de até 4000kg.

Projetado com software 3D para atender as necessidades de processos de estamparia de metais, possui painel geral de comando, CLP com IHM, que permite o acúmulo em banco de dados na memória de até 128 informações simultâneas de valores de avanços diferentes e velocidades de trabalho, além de contador de peças produzidas.

Sanposs
- A empresa apresenta a linha de mandris de precisão APC atualizada e que agora atende as operações de fresamento, furação, alargamento e rosqueamento. As versões standard estão disponíveis para a fixação dos diâmetros de 3 a 20 mm. Para as aplicações com restrições de espaço livre das peças, o programa foi ampliado com as versões de diâmetro reduzido e curto assim como com o diâmetro reduzido e longo atendendo a gama de fixação de 3 a 14 mm.

Uma das principais vantagens do sistema é a troca dos diâmetros de fixação, a qual é feita em segundos, apenas trocando-se as buchas de fixação.

PanMachine
- A empresa apresentará os centros de usinagem, fresadoras, centros de torneamento e tornos CNC que comercializa, entre eles: tornos CNC - KL 1640: pode trabalhar até 3000mm de comprimento, com muita flexibilidade; centro de torneamento - TC 10/26:  produtiva e econômica, oferece rigidez superior, precisão e acabamentos de superfície.

Um dos destaques será o centro de usinagem VM-20, que possui design desenvolvido através de mesa rígida para atender as atuais necessidades de ferramentaria. Outro destaque será o centro de usinagem VMC-1066, destinado a aplicações de alta produtividade. Possui set-up de programação extremamente simples, tornando as máquinas eficientes até mesmo para usinagem de pequeno porte.
        
SERVIÇO


TECHMEI 2010 - Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais
Data: 15 a 18 de março de 2010
Local: Expo Center Norte - São Paulo (SP)

        



▼ Máquinas importadas: setor espera crescer 50% em 2010


Durante a coletiva de imprensa realizada na abertura da Techmei 2010, realizada de 15 a 18 de março, em São Paulo, Thomaz Lee, presidente da Abimei - Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais, informou que a estimativa do setor para este ano é de crescimento de 50%. “Nossa expectativa é que o setor movimente cerca de US$ 2 bilhões em 2010”, disse, acrescentando que esse montante representa cerca de 75% do registrado em 2008.


Para Lee, o incremento nos negócios virá principalmente dos segmentos de mercado que mais consomem máquinas e que hoje estão em recuperação, caso da indústria automobilística, “que vem registrando seguidos recordes; o segmento de caminhões, que sofreu queda expressiva em 2009 e no qual já existem filas de espera; e o setor de máquinas agrícolas”. Para o executivo, “o principal impulso para uma indústria investir é a capacidade produtiva. Esses setores estão próximos do limite e devem voltar a investir em máquinas e equipamentos”, diz, lembrando que um dos segmentos abrigados na Abimei, o de máquinas para plástico, já vinha operando no mesmo ritmo de 2008 e que este ano deve crescer mais 20%.


Caito de Alcântara Machado, diretor da AM3 Feiras e Eventos, lembrou que a Techmei foi criada há dois anos com o objetivo de preencher lacuna existente no setor de eventos para a indústria de máquinas nos anos pares, já que a principal feira do setor ocorre nos anos ímpares. Além disso, frisou que o mês de março é mais adequado à realização deste tipo de evento, possibilitando uma antecipação dos negócios.


No encerramento do evento, o diretor se dizia um pouco desapontando com a quantidade, mas não com a qualidade dos visitantes. “Em todos os contatos que mantive os expositores ressaltaram o nível e o poder de decisão dos visitantes da feira”, disse, frisando que esse fator possibilitou o fechamento de alguns negócios durante a realização do evento.


Johannes Rieger, diretor Comercial da Scanner, por exemplo, concretizou a venda de centro de usinagem vertical com trocador de pallets, da taiwanesa Tong Tai, na feira. Segundo Rieger, apesar do pouco movimento, a Techmei possibilitou a apresentação de seus produtos para clientes em potencial que, inclusive, podem gerar negócios no pós-feira.


Para Paulo Lerner, diretor da Bener, o público muito abaixo da expectativa. No entanto, a empresa conseguiu realizar bons negócios, incluindo a venda de um torno CNC, uma fresadora CNC e, também, de uma máquina de corte a laser, cuja negociação teve início numa feira realizada no final do ano passado. “Também comercializamos algumas máquinas convencionais, o que vem provar que estamos em meio a um processo de retomada dos investimentos”, disse Lerner.


No estande do Grupo Alltech também foram fechados negócios. "Vendemos as principais máquinas que exibimos aqui, entre elas um centro de usinagem, um torno CNC, uma dobradeira CNC e uma injetora de plásticos”, informou Melissa Casali Cardoso, diretora da Steelmach, uma das empresas do grupo gaúcho.

Ao final da feira - que contou com 80 expositores, representando cerca de 300 marcas de máquinas e equipamentos - Daniel Dias de Carvalho, diretor da Abimei e da Fagor Automation, considerava que a feira poderia ter sido melhor, caso tivesse atraído a participação de maior número de expositores e de visitantes.

“Esta segunda edição da Techmei ainda foi afetada por desdobramentos da crise”, comentou, ressaltando que os visitantes foram realmente de bom nível, manifestando interesse real em conhecer os produtos.

A AM3 Feiras e Eventos informa que a 3ª edição da Techmei está prevista para 2012, no Expo Center Norte.


Fonte: Usinagem Brasil



▼ Techmei é Sucesso

Entre os diversos expositores, estavam empresas renomadas no setor industrial provenientes de países como China, Coréia, Alemanha, Itália, Turquia e Austrália. Os destaques ficaram por conta dos produtos apresentados pelos fabricantes Kuka Robotter, Okuma, Dynamach, Versatronic, Okuma, Simco, PanMachine, Celmar, Automotion, Scanner, Stamac Shenyang e PowerMag, entre outras.

http://conexaodenoticias.blogspot.com/2010/03/techmei-e-um-sucesso.html


▼ Techmei é pauta da Investimentos e Notícias


A TECHMEI 2010 teve a cobertura de diversos meios de comunicação. A Investimentos e Notícias entrevistou diretores da ABIMEI e expositores sobre os resultados da Feira para o segmento.


Clique aqui e assista a Entrevista



▼ Techmei 2010: balanço positivo


A 2ª edição da Techmei – Feira Internacional em Tecnologia de Máquinas e Equipamentos Industriais – fechou suas portas na quinta-feira (18), no Pavilhão Vermelho da Expo Center Norte, em São Paulo, sendo considerada por seus expositores como um palco para apresentação das últimas novidades do setor de máquinas-ferramenta.


Para Caito de Alcantara Machado, diretor da AM3 Feiras e Promoções, empresa promotora da Techmei 2010, o que mais chamou a atenção foi a qualidade do público presente durante os quatro dias. “Os visitantes, altamente qualificados, estavam realmente focados em conhecer os lançamentos, as novas tecnologias e interessados em fechar negócio. Nossa estimativa é de um crescimento em torno de 10% na geração de negócios quando comparado à edição anterior”, projeta.


Quem compartilha da mesma opinião de Caito é a diretora do Grupo Alltech, Melissa Casali Cardoso, que recebeu no estande da empresa, clientes com poder de decisão. “Vendemos as principais máquinas que exibimos, entre elas um Centro de Usinagem, um Torno CNC, uma Dobradeira CNC e uma Injetora Plástica, “comemora a executiva.


O diretor geral da Tecnopress, Paulo Castelo Branco, e o diretor da Fagor Automation, Daniel Dias de Carvalho, afirmam que a feira foi um momento para reforçar a imagem institucional das empresas, ficar próximo do cliente, além de projetar negócios para um futuro breve.


O diretor da GSK/Versatronic, Nilton Coutinho, comenta que a segunda edição da Techmei recebeu um público seletivo que pode vir a gerar bons negócios. Percepção idêntica a do gerente técnico da Scanner, Paulo Dias, que concluiu a venda de um Centro de Usinagem na feira.


Além das empresas, algumas Câmaras de Comércio também marcaram presença na Techmei 2010. Essas instituições, entre elas a Câmara Italo-Brasileira e a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, apresentaram as ações e serviços disponíveis às empresas brasileiras que queiram iniciar ou intensificar intercâmbio com outros países.


A Techmei 2010 contou com 80 expositores, representando mais de 300 empresas e consolidando-a como o mais significativo evento para troca de informações e tecnologia para impulsionar a modernização da indústria brasileira. A 3ª edição da Techmei irá acontecer em 2012, no Expo Center Norte.


Visite: http://www.blogindustrial.com.br/index.php/2010/03/22/techmei-2010-com-balanco-positivo/


▼ Usinagem Brasil


Aumenta a procura por espaços na Techmei 2010

(13/12/2009) – A retomada dos investimentos em máquinas no Brasil está contribuindo para o aumento da procura por espaços na Techmei 2010 – Feira Internacional de Tecnológica de Máquinas e Equipamentos. É o que revela Caito Alcantara Machado, diretor da AM3 Feiras e Promoções, que está organizando o evento, previsto para ocorrer de 15 a 18 de março de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo.


O diretor informa que a expectativa é a de que a feira ocupe área de 20 mil m² - 9 mil m² ocupados pelos expositores por 90 a 100 estandes – que estarão expondo produtos de 300 marcas. “Mas podemos ter surpresas. Um bom número de empresas irá decidir a participação a partir de janeiro”, afirma. Caito explica que até recentemente, ainda sob o impacto da crise, era muito baixa a receptividade dos potenciais expositores. “Porém, a partir de outubro, este quadro mudou. Estamos recebendo muitas consultas, inclusive do Exterior”, citando o interesse de empresas da Austrália, da Turquia.


Essa procura por empresas e entidades do Exterior, segundo a AM3, se deve ao novo status do Brasil no mercado internacional. “Não só pelo atual momento, mas também pelo que se espera nos próximos anos”, diz Caito, referindo-se aos dois grandes eventos internacionais – Olimpiadas e Copa do Mundo – que o País organizará até 2016, para os quais toda a infraestrutura ainda está por fazer. “O País vai precisar de máquinas e eficiência para atender essa demanda e sete anos passam rápido”.


TECHMEI 2010 – Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais
Data: 15 a 18 de Março de 2010
Local: Expo Center Norte - São Paulo (SP)
Informações: www.techmei.com.br


▼ Usinagem Brasil


PanMachine vai expor sua linha na Techmei 2010

Uma das mais novas distribuidoras de máquinas importadas do mercado nacional, fundada no início de 2009, a PanMachine acaba de confirmar sua participação na Techmei 2010 - Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais, evento que irá ocorrer entre os dias 15 a 18 de março de 2010, no Expo Center Norte, na capital paulista.


Apesar do ano conturbado, devido à crise internacional, várias outras empresas já confirmaram a participação no evento. Assim, a PanMachine irá se juntar a, entre outras, Fagor, Grupo Bener, Okuma, Automotion, Brasfixo, Cimhsa, Grupo Megga, Probe Systems, TSCI. A expectitva dos organizadores é que a feira receba cerca de 30 mil visitantes e compradores.


José Carlos Panageiro, diretor da PanMachine, diz que encarou a crise econômica internacional como uma oportunidade de crescimento e momento para se fortalecer. “Acreditamos que com o mercado caminhando mais devagar, existe espaço para novos produtos”, declara o executivo que espera concretizar diversos negócios durante a Techmei.


Distribuidora da linha da Baron-Max, de Taiwan, a PanMachine irá apresentar no evento o centro de usinagem, fresadoras, centros de torneamento e tornos CNC. Entre os destaques estarão o torno CNC KL 1640, máquina flexível, com capacidade para trabalhos até 3000 mm de comprimento; o centro de torneamento TC 10/26, de alta rigidez, precisão e que oferece ótimo acabamento superficial; e os centros de usinagem VM-20 e VMC- 1066. O primeiro desenvolvido para as atuais necessidades das ferramentaria, com deslocamentos no eixo X de 560 a 3000 mm e no eixo Y até 1000 mm, e o segundo, ideal para alta produtividade, com set-up de programação extremamente simples, permitindo eficiência até mesmo nas usinagens de pequeno porte.


TECHMEI 2010 – Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais
Data: 15 a 18 de Março de 2010
Local: Expo Center Norte - São Paulo (SP)
Informações: www.techmei.com.br


▼ Radar Industrial


mpresa apresentará seus produtos e serviços a mais de 30 mil visitantes

Algumas das principais empresas de Máquinas-Ferramenta já garantiram um espaço na Techmei 2010 - Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais, mesmo antes deste conturbado ano terminar. Os empresários do setor se mantêm otimistas com a retomada do mercado e a concretização de negócios nos próximos meses. O evento acontece entre os dias 15 a 18 de março do ano que vem, no Expo Center Norte, na capital paulista.


A PanMachine é um típico exemplo deste cenário. Criada há menos de um ano, a empresa sob o comando de José Carlos Panageiro, encarou a crise econômica internacional como uma oportunidade de crescimento e momento para se fortalecer. “Acreditamos que com o mercado caminhando mais devagar, existe espaço para novos produtos”, declara o executivo que espera concretizar diversos negócios durante a próxima Techmei.

A Techmei 2010 promoverá a troca de informações e tecnologia de ponta para impulsionar a modernização do mercado brasileiro. A expectativa é de que cerca de 30 mil visitantes e compradores passem pela feira. Empresas, como a Automotion, Braxfixo, Chimsa, Faggor, Grupo Bener, Grupo Megga, Okuma, Power, Probe, Simco, TSCI, Versatronic, estão entre os expositores.


Sobre as empresas

Com início das atividades no início deste ano, a PanMachine comercializa máquinas-operatrizes. A empresa é do mesmo grupo da PanMetal, fabricante de peças de aeronaves. Com 32 anos de experiência em usinagem, há cerca de seis anos a PanMetal começou a importar máquinas para produzir em sua unidade fabril. Depois de conhecer a qualidade e funcionalidade das máquinas taiwanesas, José Carlos Panageiro, diretor do grupo, decidiu entrar no mercado de venda de máquinas.


Durante a Techmei 2010, a PanMachine apresentará os centros de usinagem, fresadoras, centros de torneamento e tornos CNC que comercializa, entre eles:

Tornos CNC –KL 1640: pode trabalhar até 3000mm de comprimento, com muita flexibilidade.
Centro de Torneamento – TC 10/26: produtiva e econômica, oferece rigidez superior, precisão e acabamentos de superfície.

Centro de Usinagem VM-20: possuí o design desenvolvido através de mesa rígida para atender as atuais necessidades de ferramentaria, dispõe de deslocamento no eixo X de 560mm, 750mm, 1000mm, 1300mm, 1700mm, 2000mm, 2500mm e 3000mm eixo Y até 1000mm.

Centro de Usinagem VMC-1066: ideal para a aplicação de alta produtividade. Possui set-up de programação extremamente simples, tornando as máquinas eficientes até mesmo para usinagem de pequeno porte.


Serviço

TECHMEI 2010 – Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais
Data: 15 a 18 de Março de 2010
Local: Expo Center Norte - São Paulo (SP)
Informações: www.techmei.com.br

▼ Reuters Brasil

Empresário mostra confiança pela 1ª vez no ano, aponta CNI

Os empresários da indústria brasileira recuperaram a confiança, de acordo com pesquisa trimestral da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta segunda-feira. É a primeira vez no ano que o setor demonstra tal sentimento.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) ficou em 58,2 pontos na atual leitura, ante 49,4 pontos na pesquisa de abril. No mesmo mês de 2008, o indicador estava em 58,1 ponto.

Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança e valores acima denotam confiança.

"O crescimento do ICEI em julho corrobora a reversão das expectativas negativas e anuncia a recuperação da atividade industrial", avaliou a CNI em nota divulgada no site da entidade. Com a confiança maior, a confederação acredita que os empresários deverão retomar investimentos e aumentar a produção.

O levantamento da CNI mostrou que a confiança melhorou nos três portes de empresas: nas grandes atingiu 59,4 pontos, entre as médias cresceu para 58,5 pontos e nas pequenas alcançou 56,2 pontos.

Entre os 27 setores de atividade pesquisados, 25 apresentaram aumento da confiança do empresário. A maior foi registrada no setor de outros equipamentos de transporte, com 63,5 pontos. Na sequência, aparecem equipamentos hospitalares e de precisão (62,8 pontos) e limpeza e perfumaria (62,2 pontos).

EXPECTATIVA TAMBÉM MELHORA

O indicador sobre a expectativa dos empresários também melhorou, conforme a pesquisa, alcançando 63,6 pontos em julho, ante 61,6 pontos no mesmo mês de 2008 e 57,6 pontos em abril.

A expectativa dos empresários em relação à economia brasileira ficou em 60,6 pontos e em relação à própria empresa, em 65,1 pontos.


▼ Valor Econômico

Em ritmo de retomada

O pior da crise já passou. Essa frase é unanimidade entre os executivos financeiros quando questionados sobre a volta do crédito no Brasil. "Oferta e demanda estão normalizadas", afirma José Paiva Ferreira, vice-presidente sênior do grupo Santander Brasil. Não significa que tudo voltará a ser como antes de setembro de 2008, com crédito fácil e consumo desenfreado.

"Não conseguiria prever um Brasil de juros de um dígito, uma economia estável. Não é ainda o mundo ideal, mas o horizonte sinaliza que há muita coisa positiva para acontecer", diz Ademir Cossello, diretor do Bradesco.

Os dados divulgados pelo Banco Central sobre crédito, tendo como base o acumulado até maio, mostram um comportamento heterogêneo entre pessoa física e pessoa jurídica. Para as famílias já houve uma boa retomada. Pesquisas da Serasa e de associações comerciais também mostram o aumento da demanda por parte do consumidor e do interesse dos bancos, principalmente para conceder empréstimos para pessoas físicas.

Segundo Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenador nacional de um novo indicador de crédito lançado na semana passada que visa medir como o brasileiro está se comportando diante do crédito, a tendência observada nos últimos meses permite esperar melhor desempenho do varejo e dos financiamentos no segundo semestre, acompanhando os demais indicadores de melhoria da economia.

"O consumo das famílias reduz os estoques e impulsiona a cadeia produtiva", diz Bruno Rocha, analista da Tendências Consultoria. Com isso, o faturamento das empresas tende a aumentar, assim como o fluxo de caixa para quitar dívidas. Com menos inadimplência, os bancos amenizam os spreads, alongam os prazos e o custo do crédito se torna mais acessível, estimulando as empresas a investirem na produção. Ou seja, a retomada básica de qualquer ciclo econômico pós-crise.

O crédito para pessoa física em maio deste ano somou R$ 52,9 bilhões, 0,1% inferior à média entre janeiro e setembro de 2008. O pior momento foi logo após o ápice da crise, com a quebra do Lehman Brothers, em setembro. Em outubro, a oferta ficou abaixo de R$ 50 bilhões. "As famílias cortaram gastos e suspenderam planos, temerosas com as demissões. Com o índice de emprego normalizado, a demanda por investimentos em imóveis e veículos, por exemplo, já voltou. A resposta dos bancos tem sido o alongamento dos prazos e redução do custo do financiamento", diz Ferreira, do Santander.

O mesmo não pode ser dito para as pessoas jurídicas, quando se analisam os dados da autoridade monetária. O patamar de concessão de crédito caiu, especialmente em janeiro, e continuou recuando até maio, quando o volume chegou a R$ 91 bilhões, 13% inferior à média entre janeiro e setembro do ano passado. "Esses números permitem dizer que o crédito para as empresas está aquém do esperado", diz Rocha, da Tendências.

Ferreira, do Santander, argumenta que, na verdade, há um novo patamar de demanda. Segundo ele, as empresas estão retomando a produção com a volta do consumo, porém num grau inferior ao período pré-crise. "De uma forma geral, as necessidades de crédito são menores e estão sendo ajustadas ao nível de endividamento."

A atividade econômica caiu e reduziu a necessidade das empresas. Mas por que o crédito ainda não se normalizou para as empresas?

A principal resposta é a inadimplência, que apresenta o nível mais alto dos últimos anos e continua subindo. A elevação do spread é um bom sinalizador das expectativas que os bancos têm quanto às incertezas no mundo empresarial. O spread praticamente ficou igual para pessoas jurídicas, passando de 18,4% em dezembro para 18,7% em maio. Já para pessoa física, saiu de 44,9% para 37,4%.

Os dados do BC também mostram que os bancos estão repassando a redução do custo de captação para o tomador final. Para as empresas, em pequenas proporções. Considerando-se todas as modalidades de crédito empresarial, a taxa caiu de 30,7% em dezembro para 28,7% em maio. Uma queda de 2,2 pontos percentuais, próxima do custo da captação bancária, que recuou 2,5 pontos percentuais.

Já a redução do custo do crédito para as famílias foi mais expressiva, saindo de uma média de 57,9% em dezembro para 47% em maio. Mais de dez pontos percentuais de queda, sendo 7,5 pontos percentuais referentes ao spread no período, o que é um fato positivo.

Outra discussão é de onde está saindo o crédito para irrigar a economia. Desde meados do ano passado observa-se uma postura diferenciada entre bancos públicos e privados. Enquanto os públicos pisaram no acelerador, estimulados por uma série de medidas do governo, os bancos privados tiraram o pé por diversas razões.

Os executivos garantem que não deixaram de dar crédito. Mesmo assim, entre setembro e abril deste ano, o crédito total no Brasil avançou 8,3%, totalizando R$ 1,2 trilhão, com forte desigualdade entre os bancos públicos, que avançaram 19,5%, e os privados, com evolução de apenas 2,1%.

Os recursos colocados no mercado pelos bancos públicos foram suficientes para cobrir a demanda emergencial e tirar o Brasil da crise em um prazo menor do que era esperado pela maioria dos economistas. O papel dos bancos oficiais foi estratégico nesse processo.

Os bancos oficiais esticaram o cobertor do crédito interno, que ficou pequeno para as pequenas empresas por causa da excessiva demanda das grandes, que passaram a acessar o mercado local com a escassez internacional. Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES irrigaram a economia em sua pior fase, injetando recursos em setores estratégicos, como a indústria automobilística, comprando carteiras de bancos médios e pequenos e mantendo o comércio aquecido ao financiar o consumo. "O esforço foi recompensado. Veja o crescimento de 4% do comércio", diz Walter Malieni, diretor de crédito do Banco do Brasil.

Enquanto isso, os bancos privados voltavam-se para suas estruturas internas. Itaú Unibanco neste período foi consumido pelo desafio de fazer a integração do maior banco do Hemisfério Sul, criado em novembro. O Bradesco mudou de comando, com Luiz Carlos Trabuco Cappi assumindo a presidência deixada pela aposentadoria de Márcio Cypriano, tendo a missão de levar o conglomerado à liderança entre os bancos privados, perdida com a fusão de Itaú e Unibanco.

Os estrangeiros Santander e HSBC , cautelosos com a crise mundial, observavam o cenário e agora, com indicadores positivos da recuperação da economia, lideram a retomada das operações internacionais de crédito. Eles também estão mais ativos na disputa pelas micro, pequenas e médias empresas e clientes do varejo. "Este nicho é importante para o grupo em todo o mundo, como mostra nossa recente pesquisa mundial, os produtos e taxas que desenhamos para este nicho e o apoio constante que demos a eles durante toda a crise", diz Daniel Zabloski, diretor de pequenas e médias do HSBC.

Os bancos médios, que sofreram com o aperto da liquidez internacional que os financiava até o primeiro semestre de 2008, também voltaram a captar com a criação dos depósitos a prazo com garantia especial (DPGEs). Os investidores sentiram-se mais seguros com uma garantia de R$ 20 milhões e resolveram apostar na emissão de títulos destes bancos, que pagam taxas superiores. Com isso, eles estão conseguindo captar recursos para ampliar a oferta de crédito.

O mercado de capitais volta a ser uma alternativa. Desde fim de junho, quatro operações foram realizadas, totalizando R$ 13,7 bilhões em captações no ano.

As empresas, por sua vez, já começam a testar o mercado com a emissão de títulos, seja de dívidas, debêntures, ou os chamados recebíveis. As emissões foram retomadas a partir de maio. No primeiro semestre, as emissões de debêntures somaram R$ 6,95 bilhões. Já estão na fila para análise outros R$ 2,5 bilhões para serem lançados.


▼ G1

Economia sentirá alívio da crise no segundo semestre, avaliam analistas

Para economistas ouvidos pelo G1, alta da atividade será gradual. No último trimestre deverá haver salto devido a base fraca de comparação.

Fernando Scheller Do G1, em São Paulo

Depois de “chacoalhada” pela crise econômica no último trimestre de 2008 e no primeiro deste ano, a economia brasileira começou a voltar aos trilhos, segundo avaliação de economistas ouvidos pelo G1 com base nos mais recentes indicadores.

Segundo os analistas, essa tendência deve se intensificar no segundo semestre, ainda que sem nenhum salto "milagroso". No último trimestre deste ano, é possível que o Produto Interno Bruto (PIB) apresente um crescimento alto em relação ao ano passado. Para a economista Silvia Ludmer, do Banco Fator, haverá uma retomada gradual da atividade – ela prevê que, já no segundo trimestre, o crescimento do PIB vai marcar ganho de 1,5% em relação aos três meses anteriores.

Além disso, a economista cita também o "efeito estatístico" nos números, que, segundo afirmou, virá do fato de a economia ter registrado forte desaceleração no último trimestre de 2008, já sob os efeitos da crise econômica originada no mercado de hipotecas nos EUA e cujo início é marcado pela "quebra" do banco Lehman Brothers, em setembro do ano passado.

No último trimestre de 2008, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro teve desaceleração de 3,6%, em relação aos três meses anteriores.

Esse foi o pior resultado da série do instituto sobre a economia brasileira, iniciada em 1996. Mesmo assim, por conta dos fortes resultados da economia nacional, entre janeiro e setembro, o PIB brasileiro cresceu 5,1% em 2008. O primeiro trimestre deste ano marcou o pior resultado para a economia brasileira desde 2003. O país entrou oficialmente em "recessão técnica" ao marcar duas retrações trimestrais seguidas.

O PIB brasileiro caiu 0,8% no primeiro trimestre, em relação ao quarto trimestre de 2008. Apesar de negativo, o comportamento da economia brasileira entre janeiro e março foi considerado melhor que o esperado por analistas.

Ladeira acima

Desde então, os números mostram um longo caminho "ladeira acima", movimento que deve continuar a ser percebido nos próximos meses, de acordo com os analistas.

Segundo a economista do Banco Fator, a retomada pode ser tortuosa – ou seja, podem aparecer indicadores negativos ao longo do caminho –, mas já existem subsídios para que se acredite em um melhor desempenho para alguns setores. Silvia diz que a indústria, que sofreu bastante na primeira meta de 2009, deve aos poucos acompanhar o resultado do consumo, que se manteve forte e acima das expectativas mesmo durante os períodos de maior desânimo. Com os estoques chegando ao fim, o setor deve esboçar alguma reação. Ainda que o cenário possa ser mais positivo nos próximos meses, o consenso entre analistas é que 2009 seja "um ano perdido".

O economista Francisco Pessoa Faria, da consultoria LCA, diz que, historicamente, a queda entre 2008 e 2009 foi bastante significativa, com o país passando de uma expansão de 5% para um resultado negativo.

Faria afirma que houve uma "desaceleração brutal" da economia, mas com "perfil diferente". "Foi possível preservar o consumo das famílias, a massa salarial. Houve um bom aumento do salário mínimo e a importância maior da aposentadoria (para a economia). Por isso, em termos de sensação, (o país) não sentiu tanto. Mas, em números, (a economia) sofreu tanto ou mais do que nas outras crises", explica.

Mais pessimista que a média do mercado, o economista Miguel Daoud, da Global Financial Advisor, diz acreditar que a economia brasileira terá uma retração de 1,5% neste ano.

O último boletim Focus, que reúne perspectivas de bancos que atuam no brasil para a economia local, previu, na útlima segunda-feira (13), que a economia teria retração de 0,37% neste ano.

Mesmo entre as consultorias que ainda acreditam em algum crescimento – como a LCA e a SLW, que projetam uma alta de 0,5% para o PIB, ou a Austin Rating, que projeta ganho de 0,7% –, o consenso é que o resultado de 2009 ficará próximo do "zero a zero".

 

 

Techmei realiza feira para estudantes da Universidade Estácio de Sá

 

O concurso cultural "Seu Futuro Garantido" é realizado pela AM3 Feiras e Promoções e acontecerá na Techmei 2010, com o apoio da Abimei - Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais.           

 

O participante preencherá um cupom com seu nome, RG, endereço, CEP, cidade, estado, telefone, idade, e-mail, faculdade, curso, semestre e valor da mensalidade. Esse cupom será depositado em uma urna, com a frase criada, uma por aluno.

 

Todos os participantes que assim procederem terão sua frase analisada por uma comissão julgadora, composta por duas pessoas da AM3 Feiras e Promoções, empresa promotora da feira, uma pessoa da entidade ABIMEI e uma pessoa da BB Editora, que será avaliada baseada nos seguintes critérios:

 

Criatividade; Originalidade; Adequação ao tema proposto; Correção gramatical.

 

Para saber mais, acesse o Regulamento do concurso.

 


Valor Econômico

Segmentos planejam elevar vendas no segundo semestre Ana Paula Paiva

Setores direta ou indiretamente relacionados aos diferentes programas e pacotes adotados pelo governo federal dentro da política anticrise sentiram mais rápido a recuperação e também têm planos mais expressivos para o segundo semestre. A produção de veículos automotores em maio foi 65% maior que a de dezembro do ano passado, enquanto o segmento de máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos (onde se inserem alguns itens da linha branca) teve recuperação de produção de 13% na comparação entre maio e março, último mês antes da adoção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para alguns bens do setor.

A Moto Honda da Amazônia foi uma das empresas favorecidas pela isenção da Cofins (3%) sobre as vendas de motos. No segundo trimestre, a divisão da Honda registrou crescimento de 60% em produção e de 15% em vendas, na comparação com o primeiro trimestre, de acordo com o diretor comercial, Roberto Akiyama. "O segmento de motocicletas normalmente apresenta no segundo semestre um desempenho melhor do que no primeiro. E a prorrogação do benefício fiscal reforçou a expectativa de que o segundo semestre possa ser melhor que o primeiro", afirma Akiyama.

Ainda assim, a empresa fechou o semestre com queda de 30% na produção em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Em vendas, a queda foi menor, de 20%. Para o segundo semestre, a empresa projeta aumento de 20% em produção e vendas, em comparação com os seis primeiros meses do ano. No ano, a previsão é de queda de 5% em vendas e de 15% em produção. "A diferença deve-se ao processo de regularização dos estoques", observa o diretor comercial.

No polo de Manaus, que concentra indústrias de duas rodas e de eletroeletrônicos, houve recuperação na produção e nas vendas ao mercado interno, segundo o assessor econômico da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Gilmar Freitas. "A produção de eletroeletrônicos, celulares e motocicletas tiveram recuperação, mas insuficiente para repetir o desempenho de 2008", diz. Ele espera para o segundo semestre melhora mais robusta, podendo a indústria local encerrar o ano com crescimento zero.

A LG encerrou o semestre com expansão significativa das vendas de TV, segmento que não recebeu incentivos tributários diretos. "O segmento não sofreu com a crise. A suspeita é de que os consumidores preferiram poupar investindo em mais lazer dentro de casa", avalia a gerente de televisores da LG, Fernanda Summa. A proximidade da Copa de 2010 também estimulou a compra de aparelhos, diz. Citando dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), ela observa que, de janeiro a maio, houve crescimento de 63% nas vendas de aparelhos LCD, 34% no caso de TVs de plasma e de 35% no caso dos aparelhos com tecnologia "slim". Juntos, os três itens respondem por 85% do mercado de televisores no Brasil. Fernanda não informa o volume de vendas da LG, mas garante que a empresa cresceu acima da média do mercado. Para o segundo semestre, ela prevê expansão mais significativa das vendas, graças à aproximação da Copa.

Outro setor com recuperação mais recente é o de mobiliário, com produção ainda 12% inferior a de setembro, mas já 4,5% maior que a de dezembro. "Não quero mais lembrar do primeiro semestre", diz Antonio Carlos de Oliveira, diretor comercial da Santos Andirá, fabricante de móveis de Andirá, Norte do Paraná. A empresa deve fechar os primeiros seis meses do ano com queda de 18% nas vendas, na comparação com igual período de 2008. O principal culpado foi o mercado externo, que responde por cerca de 10% das receitas: os embarques caíram 50%. No Brasil, a queda foi de 15% de janeiro a junho. Olhando pra frente, a empresa montou o planejamento estratégico para a segunda metade de 2009 e, para ela, prevê aumento de 5% nas vendas em relação a julho a dezembro do ano passado. Antes da revisão para baixo, era esperado crescimento de 15% no período.

Oliveira explica que, mesmo que alcance a nova meta, a Santos Andirá deve fechar o ano com redução de cerca de 10% no volume de vendas. A mesma perspectiva vale para o conjunto da indústria. No acumulado de 12 meses até maio, a produção industrial caiu 5,1% e a expectativa de consultorias como Rosenberg & Associados e LCA Consultores é de uma retração entre 6% e 6,5%.

A Battistella Florestal, empresa que abastece indústrias dos segmentos moveleiro, papeleiro e da construção civil, conseguiu no semestre manter o volume e a receita de igual período de 2008. O presidente do grupo Battistella, Gérson Schmitt, explicou que o resultado foi puxado pela construção civil, que vive bom momento. Ele acredita que o moveleiro também deve reagir, porque vai pegar carona na construção. "Temos uma boa base de clientes e, se um não vai bem, o outro vai", disse. "A facilidade de migrar na cadeia nos dá vantagem", acrescenta.

▼ Agência Estado

Vendas crescem e a indústria automotiva volta a contratar

A indústria automotiva já conseguiu salvar o ano, que começou com incertezas e projeções negativas. Na virada do semestre teve o melhor mês de sua história e, pela primeira vez, ultrapassou a barreira dos 300 mil veículos vendidos. Com desempenho recorde também no acumulado de seis meses e perspectivas de superar o resultado de 2008, quando vendeu 2,82 milhões de unidades, as montadoras preparam contratações e jornadas extras.

O corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciado pelo governo em dezembro do ano passado e prorrogado até setembro, com a volta gradual da alíquota no último trimestre, é um dos principais responsáveis pela virada. "Os resultados mostram que a decisão foi certa e ajudou na recuperação do mercado", avalia o presidente da Volkswagen, Thomas Schmall. A montadora, que na semana passada anunciou 200 contratações temporárias em São Bernardo (SP) e 50 em Taubaté (SP), abrirá mais 190 vagas para a produção este mês e, segundo sindicalistas, outras 600 ou 700 até o fim do ano.

O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, também estuda novas contratações em Betim (MG). Na General Motors, já foram negociados sábados extras de trabalho, expediente que também está sendo adotado pela Volks há vários meses. "No começo do ano eu estava preocupado, mas hoje estou mais otimista", diz Jaime Ardila, presidente da GM. Ele chegou a prever queda de 15% no mercado.

Porém, pelo menos duas fabricantes de caminhões - Scania e Mercedes-Benz - estão com programas de cortes. O segmento de veículos pesados não reagiu às medidas do governo e seguem em queda. Ao mesmo tempo, a Volks informa que abrirá um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para funcionários administrativos.

 


▼ Valor Econômico

 

Empresas já se ajustam para demanda maior

 

Algumas empresas que atuam diretamente nos segmentos beneficiados pela prorrogação da redução de impostos e pela queda no custo de financiamento de bens de capital já projetam um ano com aumento de vendas na comparação com 2008 e com recontratação de pessoal. Companhias que demitiram no auge da crise estão readmitindo funcionários e outras, que concederam férias coletivas, reforçam a produção com temporários.

 

A redução do IPI para eletrodomésticos permitiu à Whirlpool , fabricante das marcas Brastemp e Consul, recuperar no segundo trimestre a queda registrada no trimestre anterior e a contratar 1,2 mil trabalhadores a partir de maio. O diretor de relações institucionais da Whirlpool Latin America, Armando Ennes do Valle Júnior, afirma que as vendas da empresa até março caíam em média 16%. Fogão, por exemplo, registrava queda de 20%. "Na primeira quinzena de abril, antes do anúncio do IPI, as vendas apresentavam queda de 15% a 20%. A medida chegou quando a indústria estava tirando o pé."

 

A Whirlpool operou com jornada reduzida no início do ano e em abril aventava a possibilidade de reduzir o quadro de funcionários. "Maio foi excepcional, as vendas cresceram 20% em relação a maio do ano passado. Junho aponta para crescimento de 15%", afirma Valle Júnior. Com isso, a empresa estima encerrar o primeiro semestre com produção igual à registrada no mesmo intervalo de 2008. Para o ano, a empresa voltou a prever crescimento de 4% sobre o ano passado - ao longo do primeiro trimestre essa projeção havia sido revista para uma queda de até 6%.

 

Valle Júnior diz que a recuperação da demanda pelo varejo em função do IPI reduzido obrigou a empresa a ampliar o quadro de pessoal. Desde maio, a Whirlpool contratou 1,2 mil trabalhadores por prazo determinado e, desse total, 300 já foram efetivados. "Agora é preciso entender o que vai acontecer com o consumo", diz Valle Júnior, sobre a possibilidade de novas efetivações. Ele acredita que a demanda crescerá de maneira mais linear nos próximos meses.

 

Patrício Mendizabal, presidente da Mabe, que fabrica produtos da linha Dako e GE no país, afirma que desde a redução do IPI para a linha branca, as vendas da empresa aumentaram de 20% a 30% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, mas não sabe quanto é devido ao IPI reduzido.

 

No caso da Latina, que fabrica tanquinhos e tem 45% da receita associada ao produto, o aumento do volume de vendas foi de 30% no período de vigência do IPI, o que levou a uma expansão de 35% na produção. Para tanto, o presidente da empresa, Valdemir Gomes Dantas, diz ter elevado o número de funcionários em 10%, o que recompôs as demissões feitas em novembro. A empresa tem hoje 300 funcionários. "Com a prorrogação da redução do IPI, a garantia é que não haverá demissões", diz Dantas. O conjunto de medidas, que estabelece um cenário para o setor até dezembro, também permite ao empresário estimar um crescimento de 10% a 15% para a receita deste ano, em comparação a 2008.

 

Rodolfo França Jr., diretor da Lojas Insinuante, maior varejista de eletroeletrônicos do Nordeste, afirma que a rede manteve as encomendas de produtos que tiveram redução de IPI no mesmo patamar dos últimos dois meses. A prorrogação do incentivo, acrescenta, era uma medida esperada. Segundo ele, as indústrias estão conseguindo entregar os pedidos, mas os estoques estão em níveis muito baixos. "O mercado está trabalhando da mão para a boca, como se diz no setor", diz França. A indústria está vendendo tudo que produz. Como o abastecimento está muito ajustado, sem folga, qualquer problema de logística já é suficiente para provocar a falta de produtos nas prateleiras.

 

A prorrogação da redução das alíquotas de IPI sobre os materiais de construção está levando a fabricante pernambucana de tintas Iquine a ampliar seu quadro de funcionários em 10%. Com a contratação de 50 trabalhadores, a Iquine retorna aos níveis do ano passado. Segundo Leonardo Vasconcelos, gerente nacional de vendas da Iquine, o volume de tintas vendidas no primeiro semestre foi 3% menor que o do mesmo período do ano passado. A projeção para o ano, porém, com o empurrão da redução de impostos, é de um incremento de 8%. "Com a mudança no IPI, estamos reformulando todo o planejamento de produção", explicou. A fábrica, em Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana do Recife, já começou a operar em três turnos e nos fins de semana. As mesmas medidas serão adotadas em Serra (ES).

 

O presidente do Sindicato das Indústrias de Cerâmica para Construção e de Olaria de Criciúma (Sindiceram), Otmar Müller, acredita que entre agosto e setembro o setor poderá realizar contratações de temporários e novas encomendas de matérias-primas como efeitos da prorrogação da isenção de IPI. Ele avalia que as vendas no mercado interno poderão ficar estáveis nos próximos meses em relação ao ano passado. De março a maio, o setor apresentou queda de 3% nas vendas no mercado interno e de 39% nas exportações.

Segundo Müller, o setor fabrica itens para o acabamento da obra (portanto, etapa final de uma construção), e por isso ainda não sentiu efeitos concretos da desoneração, o que pode ocorrer agora neste segundo semestre.

 

Para Helio Dourado, dono da Premo, fábrica de pré-moldados para a construção civil, houve um aumento na produção de concreto armado da ordem de 20% este ano, em comparação com 2008, e isto incidiu diretamente na compra de cimento, que responde por 30% do custo de produção. Dourado não atribui este aquecimento da produção à redução do IPI sobre o cimento e sim aos pedidos fechados em 2008. "Foram fechadas vendas que somam R$ 100 milhões e ainda faltam faturar R$ 60 milhões", disse. As vendas em 2009, por enquanto, estão modestas. Foram fechados R$ 20 milhões em contratos novos. Ele espera que o Programa Minha Casa Minha Vida, impulsione mais os negócios que a própria redução de IPI.

 

O diretor-comercial da Marcopolo para o mercado interno, Paulo Corso, acredita que a redução da taxa de juros e o aumento dos prazos de financiamento, incluídos no pacote do governo, devem "alavancar" as vendas de ônibus no segundo semestre. A expectativa é que os negócios retornem a um nível próximo ao observado na primeira metade de 2008, antes da crise. No primeiro trimestre de 2009 a produção de carrocerias no país caiu quase 37% sobre 2008.

 

As novas medidas do governo para estimular a economia incluíram a ampliação dos prazos de financiamento de ônibus com linhas do BNDES de 72 para 96 meses, com redução de 10,25% para 7% ao ano na taxa de juros. De acordo com Corso, entre 60% e 70% das vendas da Marcopolo no mercado interno são financiadas pela instituição. Corso afirmou também que a empresa tem condições de atender ao crescimento da demanda previsto para a segunda metade do ano sem novos investimentos nem contratação de pessoal. A companhia recorreu à redução de jornada com a paralisação das duas fábricas de Caxias do Sul (RS) durante nove dias em fevereiro e março sem desconto salarial e agora dispõe de um bom estoque de banco de horas para suportar o aumento da produção.

 

O diretor de relações governamentais da Ford para América do sul, Rogelio Golfarb, também considera que a redução do IPI mostrou-se eficaz para estimular as vendas de automóveis no segundo trimestre e deve ajudar a manter a demanda aquecida no terceiro trimestre. "A redução do IPI permitiu que as vendas de automóveis se mantivessem no nível de 2008. Nos Estados Unidos, o mercado teve queda de 36%, na Argentina as vendas caíram 34%, e na Europa houve queda de 14,5%. Essa medida anticíclica teve um impacto bastante importante", compara.

 

Ele considera que a redução da TJLP será fundamental para estimular uma recuperação no setor de bens de capital e na área de caminhões, que acumulam no ano queda de 30%. A Ford, diz, não pretende antecipar planos de investimento ou realizar contratações em função das medidas do governo. "Ainda há uma capacidade ociosa grande para ser preenchida. Mas a redução dos juros é importante porque sinaliza um cenário mais favorável para o investimento no próximo próximo ano."

 

O presidente da distribuidora de aço Rio Negro, Carlos Loureiro, afirma que a redução do IPI para automóveis ajudou a dirimir a queda na produção de aço no país, de 35% no acumulado até maio. Para o setor siderúrgico, porém, a recuperação de grandes demandantes como os setores de caminhões, bens de capital e infraestrutura é fundamental para reverter esta queda. "O governo mexeu na alavanca certa, que é o custo do investimento. Agora os juros foram para um nível que permite antecipar investimentos. Esse pacote vai gerar mais uso de aço que o anterior", avalia. (*Do Valor online; colaboraram Vanessa Jurgenfeld, de Florianópolis, e César Felício, de Belo Horizonte)



▼ Valor Econômico

Confiança de empresário aumenta pela sexta vez

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apresentou em junho uma alta de 4,8% em relação a maio, o sexto avanço seguido, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador passou de 89,5 pontos para 93,8 pontos e chegou ao seu ponto mais alto desde outubro do ano passado (104,4 pontos).

 

"O resultado sustenta a tendência de recuperação da indústria verificada no segundo trimestre. No trimestre anterior, o ICI já havia apresentado tendência ascendente, mas de forma lenta e muito concentrada no segmento de material de transporte"´, informou a FGV em nota.

 

O indicador segue, porém, bem abaixo do registrado em 2008. Na comparação entre junho de 2009 e o mesmo mês do ano passado, o ICI apresenta recuo de 21,3%.

 

De maio para junho, o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 4,4%, indo de 93,1 para 97,2 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) teve alta de 5,2% (de 85,8 para 90,3 pontos).

 

Segundo a FGV, o principal destaque do mês ficou para a pesquisa sobre o nível dos estoques. "A parcela de empresas que apontam estar com estoques insuficientes aumentou de 3,3% em maio para 5,9% em junho. Já a proporção das que afirmam estar com estoques excessivos diminuiu de 14,1% para 12,4%, o menor percentual desde outubro de 2008 (7,9%)", informou a entidade. A coleta de dados para a pesquisa de maio foi realizada entre os dias 4 e 25 deste mês. Em 2008, as empresas pesquisadas responderam por 22,9% das exportações brasileiras.